sábado, 8 de junho de 2013

Um Brasil que clama por liberdade

No último dia 5/6, na capital federal, Brasília, 70 mil pessoas, ao comando do pastor Silas Malafaia, gritaram seus ideais para o Brasil na segunda maior manifestação pacífica da história da nação em dia de trabalho: liberdade de expressão, não à descriminalização do aborto e à legalização do casamento gay.
Com a presença de ícones da música Gospel como Ana Paula Valadão, Eyshila, André Valadão, Thalles Roberto, David Quinlan, Aline Barros, Cassiane e Nani Azevedo, além de pastores como Marco Feliciano e Jabes de Alencar, a movimentação pacífica ocorrida na tarde da quarta-feira, movimentou a imprensa que, mesmo com sua frequente tentativa de calar e não propagar as informações, não teve como deixar de noticiar um evento do tamanho do ocorrido.

O QUE REPRESENTA
O pastor Silas Malafaia, maior líder evangélico do Brasil, tem uma visão definida sobre a questão do aborto e sobre homossexualismo: o aborto não vem de Deus, pois há vida e vida quem tira não é o homem; o homossexualismo é condenado por Deus, que instituiu a família entre homem, mulher e sua prole, porém, o pastor não quer impedir ninguém de ser homossexual, "é um direito", disse ele. O que o pastor busca é liberdade para não concordar, como muitos que não concordam com evangélicos, futebolistas, etc.

OPINIÃO DO GRUPO TUDO LOUVE
Toda manifestação, enquanto pacífica e respeitosa, é válida. O objetivo do pastor Silas Malafaia, dos envolvidos, de todos os participantes e dos demais que creem na mesma linha de pensamento não é abolir o homossexualismo, tampouco ser homofóbico. A visão dos crentes é que deve-se respeitar o Artigo 220, do Capítulo V "DA COMUNICAÇÃO SOCIAL", na Constituição, que diz que "A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição". Portanto, o que busca-se não é restrição à prática homossexual, afinal, as pessoas são livres. O que não se aceita é a morte como aceitável (aborto) e empecilhos para a liberdade de expressão, assegurada por Lei.