quarta-feira, 5 de junho de 2013

70 mil pessoas em Brasília pela liberdade de expressão

Guilherme Kuhnen
jornal.guilhermekuhnen@gmail.com

Aconteceu ontem, 05/06, a Manifestação Pacífica, em Brasília, pela liberdade de expressão - especificamente na questão de discordância com a homossexualidade, legalização do casamento gay e da possibilidade de descriminalização do aborto. O pastor Silas Malafaia, organizador do evento, é contra a homofobia e levou pregadores e cantores do meio cristão à Esplanada dos Ministérios visando garantir a liberdade de discordar, como se há com relação a qualquer outro movimento. O evento, em dia de trabalho e horário comercial, é o segundo maior da história na linha, perdendo apenas para o "Diretas Já!", entre 1983 e 84.

Multidão contra a falta de liberdade de expressão
Além do pastor Silas Malafaia, e das 70 mil pessoas presentes no evento, cantores como Ana Paula Valadão (líder do Ministério Diante do Trono) e  Thalles Roberto estiveram na manifestação, que chegou aos tópicos mais falados de Brasília no Twitter.

O pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara, também participou, firmando a necessidade de liberdade de pensamento.

Ana Paula Valadão, Thalles Roberto,
pastores Silas Malafaia, Jabes de Alencar e
outras lideranças durante a Manifestação
A luta dos evangélicos, e dos cristãos em si, não é para que "proiba-se ser 'gay'", "é um direito", disse o pastor Silas Malafaia em entrevista a Ratinho, no SBT. Malafaia explica que o objetivo é que não se finde o direito de opinar, expressar pensamento: disse que discordar não é desrespeitar; condenar o homossexualismo e o ativismo gay não é homofobia e que a liberdade de expressão é direito constitucional.


COBERTURA DA MÍDIA
O maior portal de notícias do Brasil deixou a segunda maior manifestação constitucional da história do país como uma "chamadinha", abaixo de outros fatos. Outros portais, também relevantes, sequer mencionaram o evento. Ainda outros mudaram o foco da reportagem, falando da impossibilidade de fim ao casamento gay e da possibilidade de descriminalização do aborto.

A Igreja seria perseguida e disso já se sabia (Mateus 24.9). Portanto, cabe ao povo de Deus saber que tudo coopera para o bem daqueles que O amam (Romanos 8.28), e que o fardo de Jesus é leve para nós (Mateus 11.30).